Category Archives: Cultura Livre

Amizade!

Contro & Vérsias!
Quão bom são amigos,
De todos os tipos,
Direções,
De todas as tribos,
De todos os estilos,
De todas as idades,
De todos os links.

O que importa é o imortal, é…
“e o que vai ficar na fotografia
são os laços invisíveis que havia…”(muito bem escrito por Leoni),
Todos amigos são os melhores do mundo e são para sempre? Sim, mas, “pra sempre, não é todo dia” (muito bem colocado por Oswaldo Montenegro).

E aí temos o joio e o trigo,
Os que passam, é um simples…
foi bom enquanto durou,
Mas, os que ficam, ah! esses são um néctar, verdadeiros, irmãos sem laços de sangue, inteiros, incrivelmente atemporais, zelam, cativam, se importam, discordam, unem, compartilham, aceitam teu credo, cor, classe social, de suas escolhas…

Simplesmente amam e são amados,
Se reconhecem no olhar,
Nas atitudes, no toque.
Pra ser amigo, tem que ser capaz,
Não é só um querer, um capricho,
Uma ocasião, um egoísmo,
Um rótulo,
Não se compra,
É muito além disso,
É humano!

Por Magna Costa

 

Voce se vê? Voce os vê? Eles te veem?

O post de hoje é sobre “Invisibilidade Humana”

Você é ou já foi vítima da invisibilidade humana? Não estou falando da invisibilidade humana involuntária, a saber:  paranormalidade, esoterismo, espiritualidade, enfim. Estou falando da invisibilidade humana voluntária, sim, aquela em que você é invisivelmente visível para as pessoas, a invisibilidade social, a exclusão, aquela praticada por pessoas que acreditam ter DNA superior, te remetem.

Vamos exemplificar aqui, num ambiente atual, o qual é um “boom” de adeptos e de diversidade humana, o esporte. Considerando uma categoria única: AMADOR. Enquanto atletas fortes, experientes, bem assessorados não cumprimentarem atletas iniciantes/limitados, por entenderem que não se trata de uma pessoa e sim de um nível esportivo, ele, o inibido se fecha como uma forma de se proteger da violência cruel da invisibilidade e o inibidor acredita cada vez mais neste seu oráculo negativo que não o permite enxergar que aquele atleta o qual ele não cumprimentou não se trata de uma função social ou esportiva, e sim de um ser humano. O inibido pode ainda não ter alcançado um nível de  rendimento ou talvez nunca alcançará,  pode não pertencer ao padrão da “vibe” do momento, mas ele  não é uma sombra, que de acordo com o sol é cumprimentado ou não, é merecedor de um sorriso ou não.

Condutas mal construídas e mal resolvidas, remetem as pessoas ao frio inóspito da invisibilidade humana causando-lhes uma das piores sensações que existe na vida. Na minha vida, o inibidor não se sustenta, porque serei  na sua vida um incômodo constante, sua preocupação diária, meu silêncio será sua eterna ameaça e meu sorriso, educação, gentileza e humildade serão sempre meu melhor vestido para a sua eterna insegurança, não sou invisivelmente visível de fato, porque eu te incomodo, invisível é você ao despertar diário do bem, ao amor ao próximo, a amizade, aos olhos de Deus, enfim, use a forma humana para viver, torne-se visível!

E você, já vitimou alguém? Se lambuza numa aquarela então, quem sabe assim te enxergam, mas é a sua pintura íntima que farão as cores da aquarela refletirem ao olhar do próximo!

Magna Costa

Amizade!

Hoje,é muito além de qualquer afetividade parental, sanguínea,amorosa, promíscua, hoje é sobre Amizade.

Já dizia o poeta Vinícius de Moraes em seu poema Amigos: ”…porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.“ Eles? Sim, eles, os meus amigos!

Porque são eles que fomentam minha capacidade de amar o impossível, o incompreensível, o diverso. São eles,que afastam de mim, os rótulos sociais, religiosos, raciais, econômicos e qualquer outro que sustente a facilidade de dizer vaziamente, falsamente, apaticamente ”você é meu amigo”. Construo minhas relações a partir do meu dispor em amar as pessoas incondicionalmente, não é a contrapartida que me interessa, é se eu sou capaz de amar ao próximo em condições extremas, trata-se se eu tenho servidão ao ser humano, se eu zelo por ele, é muito além de grupos de redes sociais, de fotos, de estar sempre ao lado colado, é reverso, é uma pintura íntima, é selado em minh’alma.

Fito a fragilidade das relações que se destroem ao sopro de um vento, ao desaparecer de um “convèm”, ao surgir de uma mínima discórdia, de uma dívida, de um erro, e o que era “BEST FRIEND FOREVER (BFF)” transforma-se em “bicho escurraçado, asco, invisivel” porque no vácuo de uma falha humana, se ergue o pedestal dos que se jactam do efêmero controle absoluto de pensamentos e atitudes cabais.

“O Bicho” do escritor Manuel Bandeira “O bicho não era um cão, não era um gato, não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem” esta animalização do homem nesta dicotomia dos que comem e os que não comem, não é nada diante da alma doente, egoísta, invejosa, medíocre de um ser humano que não vê o amigo, apenas se alimenta dele vorazmente com o que a amizade convém sazonalmente para saciar sua alma atroz.

E Você?  Se reflete neste outro trecho do poema Amigos de Vinícius de Moraes?  “Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos”. 

 

Você tem amigos? 

Você é humano?

Que bicho você é?  

 Magna Costa

 

 

 

O Dia em que Brasília parou, 12/04/2017!

Essa noite, tivemos um pesadelo,
De sonhador, 
Vivenciamos,o dia em que o Congresso Nacional parou...
Frio como uma lápide antiga, a qual, já não mais recebe visitas, dos seus entes,
foi assim que se mostrou a ágora, ao amanhecer,
no dia em que parou.
Foi assim,
No dia em que a vergonha, se desnudou
No dia em que os políticos vagaram perdidos, sem rumo, sem discurso,
Como que se fosse combinado em todo
Naquele dia, ninguém discursou, ninguém aprovou ou desaprovou emendas, a pólis ficou a deriva,
No dia em que o Congresso Nacional parou.
O empregado saiu pro seu trabalho, 
A dona de casa saiu pra comprar pão,
O guarda saiu para prender
E o ladrão saiu para roubar
Todos na mente com uma lista de aterrorizar, com olhos e ouvidos na TV, e com um Brasil a se revelar!

No dia em que a o Congresso Nacional  parou (êê)
No dia em que Brasília parou (ôô)
No dia em que o Brasil parou (ôô)
No dia em que você parou!

E o dia chegou, saudoso Raul Seixas: “O Dia em que a Terra parou”.

A vida, a morte, e o amor!

A humanidade está doente em su’alma. Amor ao próximo, sem ele, não se há respeito nem igualdade. A morte de quem vai e a dor de quem fica é muito além de cor, credo, política, classe social e ideologias.  Ela coloca em igualdade á todos, ainda em vida, diste entre si, o viver de cada ser humano. Lamentável, o comportamento de seres humanos, diante da morte de outrem, quer seja um anônimo ou um ícone, neste universo nosso, um vai e vem, de todos os dias, que nos separam ou nos aproximam. Também se mata o amor, quando na morte do amor de alguém, não se há amor para entender e respeitar o sofrimento humano!

METAMORFOSEANDO

Implantação

das vias de ciclismo,

dos  espaços para corredores,

dos  espaços para caminhantes,

dos  espaços para cadeirantes,

do nossa  harmonia nos espaços.

 

Reestruturação

no  trânsito

no comércio,

nas indústrias,

nas empresas,

no nossa atitude.

 

Inovação

na política,

no governo,

nas instituições,

na família,

 

Renovação

nas gestões,

nas lideranças,

nas relações e suas nuances,

nos nossos prismas das adversidades.

 

E você?

implantou ?   

reestruturou(-se)?

inovou (-se)?

renovou (-se)?

já  educou (-se) ?

 

Ou ainda está na inércia de só cobrar, protestar e esperar?

Faça a maior mudança do mundo, faça sua parte,  mude Você!

Lapide sua alma, seja uma soma, ainda que modesta!

 

Educação, aceitação, compreensão, parcimônia e respeito,

para Implantação,

para Reestruturação,

para Inovação, 

para Renovação.

  Começe! O start é seu, é meu, é nosso!

                                                      Magna Costa                                                                                                                                   

 

 

 

 

CORES!

Quero ter liberdade de andar em cores, ou sem cores…

Quero vestir meu preto, e não tê-lo rotulado como de luto patriótico,

É o meu básico, clássico e alternativo, é a minha ausência de cor

Quero vestir meu vermelho encarnado, e não tê-lo ameaçado como esquerda partidária,

É o meu sensualizar, porque sou mulher e posso sair de vermelho em alma, roupa e batom.

Quero vestir meu verde e amarelo, e não tê-lo diminuído como “coxinha”,

É o meu manto sagrado de brasileira, é o brasão que me define amante do meu país, e de todos os brasileiros independente de convicções, partidos políticos, credos, raça e momentos.

Quero cores, ausência de cores!

Quero usar o meu branco, e não tê-lo condicionado ao réveillon ou ritual religioso,

É a minha alma, minha calma, minha luz isenta de cor.

Quero usar o nude, e não tê-lo saborizado como “cor sem sal” ,

É o meu ton-sur-ton iluminando a memória da minha pele

Quero usar o cinza, e não tê-lo discriminado como mórbido, ou poeticamente como sem graça.

É o meu outono de minh’a alma, é a minha cor mais não cor

Quero cores, ausência de cores!

Quero revestir o meu rosa, e não tê-lo enquadrado como feminino,

É o it feminino, masculino, é o meu indefinível.

Quero revestir o azul, e não tê-lo padronizado com masculino,

É o it masculino, feminino e como bem definido por outrem “azul porque azul é cor e cor é fé menina”

Quero revestir o simples e ousado vinho, e não tê-lo como fashion marsala,

É o meu Diva, o excêntrico, o inverno, o forte.

Quero cores, ausência de cores!

Quero que meu estilo não seja, enquadrado em “hashtag” de partidos políticos e atitudes ameaçadoras que mediocremente se perderam e se distanciaram da colorimetria e não olham mais o vestir gracioso da alma humana, transformaram o meu vestir, o seu vestir, o nosso vestir  em verdadeiros “apartheids” do cárcere cruel de alheias  convicções.

Quando eu estiver a sua frente enxergue a minha pintura íntima,  o meu estado de espírito, que usa, veste e reveste cores e ausência de cores, sempre com o meu melhor sorriso!

Escrito por Magna Costa

 

Mulher…

Sim, sou Mulher…

Sou um constante desafio, mas também sou a melhor conquista,

Sou a tristeza de uma lágrima, mas sou a maior alegria da vida,

Sou variável as minhas emoções, mas sou a certeza da minha razão,

Sou menina nas minhas astúcias, mas sou mulher nas minhas atitudes,

Sou frágil ao acaso, mas sou guerreira dos meus ideais,

Sou indecisa ao cotidiano, mas sou resoluta nas minhas escolhas,

Sou orgulhosa por natureza, mas sei perdoar, venço pelo amor!

Sou filha com colo, que aprende  e que ama,  mas sou mãe que defende, protege, ensina e ama incondicionalmente.

Sou intensa em todas as fases da vida, me embalo no antagonismo do viver, vestindo o que há de melhor em mim, simplesmente porque sou Mulher!

Magna Costa

Projeto Cidade Viva?

O Projeto Viva Costeira, que desde junho de 2015 passou a ser chamado de Cidade Viva, o qual aos domingos garante aos cidadãos natalenses o bloqueio dos 2,5km de extensão da Via Costeira ( lado esquerdo no sentido Ponta Negra – Centro), no período das 16hs as 20hs, para lazer e cultura, MORREU?, será?

No Domingo 10 de janeiro, não ocorreu devido as fortes chuvas, e nos últimos dois domingos dias 17 e 24  simplesmente não ocorreu.  Porém, nestes últimos dois fins de semana o céu estava claro e belíssimo, não havendo nenhuma justificativa dos responsáveis para não realização do Cidade Viva. O que vemos nestes dias que não houve, são dezenas de famílias frustradas mediante a decepção das crianças, jovens e adultos que ali chegam e não encontram a via bloqueada, nem ao menos, um aviso informando a população.

Daí, o que vem ocorrendo é que todos vão para o calçadão da faixa direita da Via Costeira, lá  disputa-se um estreito espaço entre crianças, jovens, adultos, bicicletas, patins, skates, pets, carrinhos de bebês, corredores de rua, atletas, enfim. Todos desconfortáveis, desviando-se um dos outros, correndo risco de acidentes de carro,  bom como acidentes de quedas nos declives que beiram o referido calçadão.

Até quando será este descaso? Fico pensando seria por falta de estrutura policial, por estarem todos comprometidos com o veraneio? Mas, e as pessoas que não veraneiam?

Projeto Cidade VIVA? Viva VOCE, que não desiste dos seus projetos de lazer da sua família e se amontoa num estreito calçadão e ainda se diverte!

 

 

Imagine

Imagine que não há paraíso

É fácil se você tentar

Nenhum inferno abaixo de nós

Acima de nós apenas o céu

Imagine todas as pessoas

Vivendo para o hoje

 

Imagine não existir países

Não é difícil de fazer

Nada pelo que matar ou morrer

E nenhuma religião também

Imagine todas as pessoas

Vivendo a vida em paz

 

Você pode dizer

Que sou um sonhador

Mas não sou o único

Tenho a esperança de que um dia

Você se juntará a nós

E o mundo será como um só

 

Imagine não existir posses

Me pergunto se você consegue

Sem necessidade de ganância ou fome

Uma irmandade do Homem

Imagine todas as pessoas

Compartilhando todo o mundo

 

Você pode dizer

Que sou um sonhador

Mas não sou o único

Tenho a esperança de que um dia

Você se juntará a nós

E o mundo viverá como um só”

 

John Lennon ( tradução )

Le Petit

Le Petit



Le Petit

Le Petit