Greve do judiciário é decretada ilegal e ponto será cortado

17 de abril de 2015
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Os servidores do Poder Judiciário do Rio Grande do Norte completam um mês de greve hoje (17). A partir de agora, o ato é considerado ilegal. Após mais de cinco horas de negociações e sem chegar a um entendimento com a categoria, a decisão, assinada pelo desembargador Glauber Rêgo, foi decretada ontem (16) e publicada no Diário Eletrônico do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

A medida determina a volta imediata ao trabalho, sob pena de aplicação de multa diária de R$ 10 mil ao Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sisjern) e autoriza, a partir de hoje, o corte de ponto dos servidores.

Categoria decide manter a greve durante assembleia realizada após a tentativa de negociação com a administração do Tribunal de Justiça. (Foto: Eduardo Maia)

Categoria decide manter a greve durante assembleia realizada após a tentativa de negociação com a administração do Tribunal de Justiça. (Foto: Eduardo Maia)

A paralisação dos servidores questiona, principalmente, o pacote das medidas de contingenciamento adotadas pelo atual presidente, desembargador Cláudio Santos, que acabou com gratificações e cargos comissionados.

Durante a audiência, como não houve consenso entre as partes sobre o pacote de medidas e a progressão funcional, os temas não foram debatidos e os sindicalistas foram informados de que o tribunal não negociava o pacote de medidas.

De acordo com o diretor-coordenador do Sisjern, Bernardo Fonseca, a perspectiva é que o movimento continue com a mesma adesão.

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