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Daniel Turíbio é jornalista da agência Smartpublishing Mídias em Rede. Já trabalhou com mídia impressa, rádio e assessoria de comunicação. Reside em Natal/RN.

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RN se aproxima da marca histórica dos 3GW de potência eólica instalada

Marca histórica deve ser alcançada nas próximas semanas, com a entrada em funcionamento de cinco novos parques eólicos, dois deles na região do Mato Grande.

Atualmente, das 106 usinas em funcionamento em todo o RN, 63 estão localizadas no Mato Grande. A região concentra 60% de todos os parques eólicos  do Rio Grande do Norte.  A área engloba os municípios de João Câmara, Parazinho, São Miguel do Gostoso, Jandaíra, Pedra Grande e Rio do Fogo.

Segundo dados do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), dos 2,9 GW de potência instalada no RN, cerca de 1,63 GW (56%) estão concentrados no Mato Grande.

Para o Diretor Setorial de Engenharia e Infraestrutura Elétrica do CERNE, Milton Pinto, os números destacam a relevância da região como pólo da indústria dos ventos no Brasil. “A potência eólica total dos municípios inseridos no Mato Grande supera o de estados brasileiros inteiros como o Rio Grande do Sul e Ceará, situados na terceira e quarta posição no ranking nacional, respectivamente”, afirma.

PARAZINHO E JOÃO CÂMARA – OS CAMPEÕES
O RN ultrapassou a barreira de 1500 turbinas eólicas em funcionamento no último dia 26 de julho. Desse total de turbinas, 645 estão instaladas nos municípios de Parazinho e João Câmara, que respondem sozinhos por 1,25 GW da geração eólica. O recorde foi anunciado pelo CERNE por meio de um levantamento elaborado pela equipe de analistas do setor.

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CONQUISTA DOS 3GW
Até o mês de Setembro, o RN deve alcançar a marca histórica dos 3GW de potência eólica instalada. Fomos ao Diretor de Engenharia e Infraestrutura Elétrica do CERNE, Milton Pinto, saber mais detalhes sobre essa vitória do setor.  Confira abaixo as respostas:

CERNE: Quantos parques eólicos faltam para atingirmos os 3 GW?

Milton Pinto: Provavelmente 5 parques: Vila Pará I, Vila Pará II, Vila Amazonas, Ventos de São Benedito e Ventos de São Domingos.

CERNE: Quantos parques eólicos estão atualmente  operando em testes no RN e qual a potência instalada total deles?

MP: Temos 5 parques eólicos operando na fase de testes, somando juntos mais de 100 MW em potência instalada.

CERNE: Onde estes parques estão instalados?

MP: Eles estão distribuídos nos municípios de São Miguel do Gostoso e Serra do Mel.

CERNE: Quais são as empresas proprietárias destes 5 parques eólicos?

MP: Voltalia (Vila Pará I, Vila Pará II e Vila Amazonas V) em Serra do Mel e CPFL Renováveis (Ventos de São Benedito e Ventos de São Domingos) em São Miguel do Gostoso.

CERNE: É possível que o RN alcance os 3 GW antes do Brasil alcançar os 10 GW e qual a data provável?

MP: Sim, provavelmente em Setembro ou com otimismo ainda em agosto de 2016.

Fonte: CERNE Press

RN pode perder refinaria

Segundo o consultor do setor energético e Membro do Conselho Fiscal do Sindicato das Empresas do Setor de Petróleo Gás e Combustíveis do Estado do RN (SIPETRO/RN), Jean-Paul Prates, a refinaria Clara Camarão, em Guamaré, poderá deixar de ser considerada uma refinaria e passar à gestão de outra diretoria da Petrobras. A informação foi divulgada em nota nesta quinta-feira (16). Confira:

A Refinaria Potiguar Clara Camarão (RPCC) recebeu recentemente da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a autorização para passar a processar 45 mil barris por dia de petróleo. Passou assim à frente da Refinaria de Manaus (REMAN) quanto a capacidade de processamento. Uma conquista importante para o RN e que deveria ser comemorada como consolidação de uma jornada que pode levar à revitalização do setor de petróleo no Estado, se devidamente trabalhada. A nova capacidade representa a possibilidade de refinar quase 80% da produção de petróleo atual de toda a Bacia Potiguar (que inclui campos no Rio Grande do Norte e no Ceará).

No entanto, ontem me chegou a confirmação do que até pouco tempo eu considerava apenas um boato, mas que parece encontrar confirmação nos corredores internos da Petrobras: diante das circunstâncias político-econômicas atuais – em especial a partir do advento do governo interino de Michel Temer e aliados de ocasião – está sendo preparada a pleno vapor a devolução da unidade de refino norte-riograndense para da Diretoria de Exploração & Produção. A medida vinha sendo internamente planejada e discutida, com alto grau de discordâncias, mas ganhou força neste momento por razões certamente distantes da mera austeridade financeira.

O que pode parecer apenas uma decisão interna sem maiores consequências, não é. Esta decisão significa, em poucas palavras, que a Refinaria Potiguar Clara Camarão, do alto de suas sucessivas conquistas de aumento de capacidade, aprimoramentos técnicos, investimentos em expansão e gestão técnica e comercial especializada, deixará de ser considerada uma REFINARIA. Portanto, ficará totalmente excluída do Plano Estratégico e das discussões da Diretoria de Refino e Gás Natural (anteriormente denominada Refino e Abastecimento).

Isso é decretar a morte da nossa refinaria, assim como se decretou recentemente a suspensão das atividades de perfuração terrestre em todo o País e o fechamento da planta de biodiesel de Guamaré – sem que houvesse maior reação por parte dos líderes políticos e empresariais do nosso Estado (ressalto, por oportuno, os pedidos de esclarecimento enviados pela Senadora Fatima Bezerra aos sucessivos presidentes da Petrobras, no período, relativos a tais assuntos).

Pois bem, diante da realidade atual de um governo interino que, em 180 dias, terá que se esforçar para não frustrar as enormes (e caras) expectativas dos apoiadores fisiológicos e, ao mesmo tempo, entregar algum resultado efetivo na área econômica e social, não há como deixar de trazer à pauta estadual a denúncia de que poderão nos tirar a refinaria simplesmente para alegar uma redução de custos que, na verdade, significará mais um retrocesso do investimento da Petrobras no Estado – o maior de todos.

Ao contrário do que se está planejando internamente, o que deveria ser feito é justamente o contrário: a incorporação de todo o Pólo Guamaré à nova Diretoria de Refino e Gás Natural, incluindo as UPGNs e os terminais de despacho e recebimento de produtos. Isso sim, seria medida de eficientização das estruturas logísticas e da gestão dos ativos da empresa no RN. E também indicaria, claramente, um caminho de avanço – e não de retrocesso – dos investimentos e da presença da Petrobras na nossa região.

Portanto, é hora de nos prepararmos para um amplo debate dos planos reais da Petrobras quanto ao Rio Grande do Norte. E nisso, juntarmo-nos aos nossos vizinhos – Ceará e Paraíba – que também possuem ativos de produção de petróleo que serão afetados por estas decisões – tanto campos considerados maduros quanto fronteiras a ser exploradas.

É urgente agir enquanto tais discussões se encontram em estágio de planejamento e discussão – e, em especial, por se tratar de uma decisão de um governo interino.

Vale lembrar que a RPCC passou recentemente por uma ampliação que duplicou a sua capacidade de produção de QAV. Para isto, contou com a contribuição importante do Governo do Estado, que lhe concedeu o diferimento fiscal para o combustível possibilitando atrair novos empreendimentos conexos, incluindo mas não se limitando ao “hub” da TAM (centro de conexões de vôos a ser localizado no Aeroporto Internacional Aluisio Alves, em São Gonçalo do Amarante), que alegadamente poderá resultar em investimentos da ordem de 4 a 6 bilhões de reais e na geração de cerca de 8 a 12 mil empregos diretos e indiretos para a região metropolitana de Natal.

Ademais, temos informações de que a RPCC é uma unidade lucrativa e que conta com um histórico de gestores e operadores técnicos competentes e bem sucedidos nas suas respectivas missões.  Foi uma conquista histórica para o Estado, e um sinalizador de novos empreendimentos e investimentos no futuro.

Como Secretário de Estado de Energia à época, fui testemunha e partícipe direto da ampla discussão da sociedade civil organizada do RN, do Governo do Estado e de toda a bancada parlamentar federal e estadual em uníssono, com a Petrobras e o Governo Federal. A principal meta estabelecida foi conseguir processar todo o petróleo produzido no Estado – historicamente um dos mais importantes para a produção nacional e ainda o maior produtor nacional de petróleo terrestre, agora em vias de começar operações em águas profundas também com perspectivas de incrementar a produção local de cru.

Não obstante compreender a atual e necessária busca por maior produtividade, racionalização de custos internos e demais medidas de austeridade e eficientização que estejam em curso ou em planejamento, temos a certeza de que esta medida irá, inevitavelmente, criar insegurança quanto à futura capacidade de fornecimento para o mercado local, anulando a conquista concreta de uma operação lucrativa e com potencial de ocupar nichos do mercado regional altamente promissores, para os quais certamente não faltariam atrativos ao financiamento próprio ou externo à companhia.

Desta forma, e com alto grau de urgência, gostaria de deixar aqui um apelo firme para que sejam dirimidos tais rumores – a nosso ver extremamente negativos para a estabilidade do ambiente operacional desta importante unidade – e para que nos seja confirmada a manutenção do status da refinaria, na sua atual configuração organizacional, subordinada ao REFINO, de forma a assegurar a continuidade do seu planejamento e operação dentro desta área especializada da empresa.

Como cidadão e como líder empresarial do setor energético, em nome dos dois sindicatos empresariais dos quais participo, permito-me sugerir ao Governador do Estado e a seu secretariado que convoquem a bancada de parlamentares do Estado e encaminhem imediatamente à Presidência e à Diretoria da Petrobras pedido formal de esclarecimentos sobre os reais planos de investimento e estrutura de gestão da empresa no Rio Grande do Norte, em especial quanto à Refinaria Potiguar Clara Camarão. E que também se articulem com os nossos estados vizinhos, capitaneados pelos Governadores Camilo Santana (Ceará) e Ricardo Coutinho (Paraíba) para que sejam reforçadas a importância das Bacias Sedimentares do Nordeste Setentrional (Barreirinhas, Parnaíba, Ceará, Potiguar, Paraíba-Pernambuco e Araripe) e dos investimentos e operações nelas desenvolvidas para a geração de emprego e renda nestas região.

Jean-Paul Prates
Presidente do Sindicato das Empresas do Setor Energético do Estado do Rio Grande do Norte (SEERN)
Membro do Conselho Fiscal do Sindicato das Empresas do Setor de Petróleo Gás e Combustíveis do Estado do RN (SIPETRO/RN)

 

RN atinge marca dos 100 parques eólicos em operação

Estado é o primeiro a alcançar a marca dos 100 parques e chega a 2,8 GW de potência instalada no Brasil.

O Rio Grande do Norte atingiu marca de 102 parques eólicos em operação comercial. O feito foi alcançado no último sábado (21/05), após a entrada em operação comercial dos parques eólicos Baixa do Feijão I, II, III e IV. O empreendimento, de propriedade da EDP Renováveis, está localizado no município de Jandaíra, região da Baixa Verde, e possui 60 aerogeradores de 2 MW cada. O complexo  adicionou 120 MW em potência instalada no RN.

Com a marca, o estado potiguar consolida a liderança frente ao segundo colocado, a Bahia, que possui 67 parques e 1,64 GW. De acordo com o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), o Rio Grande do Norte se torna o primeiro estado a alcançar 100 parques eólicos em operação comercial, com 2,8 GW em potência instalada, número este que representa mais de 30% de toda a potência eólica instalada do Brasil.

Liderança

O Rio Grande do Norte é líder nacional em potência instalada e geração de energia eólica, tendo sido o primeiro estado brasileiro a alcançar a marca de 1 GW de potência instalada em  maio de 2014. Em 2015, o RN quebrou um novo recorde alcançando os 2 GW no mês de abril.

Atualmente, o RN possui a maior matriz eólica estadual do Brasil, com 84% de participação da fonte, e conta com mais de 1400 turbinas eólicas em operação comercial em todo o território.

Refinaria de Guamaré/RN ultrapassa a de Manaus

Por Jean-Paul Prates | LinkedIn Pulse:

A Refinaria Potiguar Clara Camarão (RPCC) recebeu ontem da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a autorização para passar a processar 45 mil barris por dia de petróleo. Fica assim à frente da Refinaria de Manaus (REMAN) quanto a capacidade de processamento. Uma conquista importante para o RN e que deve ser comemorada como base para uma árdua jornada pela revitalização do setor de petróleo no Estado.

A nova capacidade representa a possibilidade de refinar 77,5% da produção de petróleo atual de toda a Bacia Potiguar (que inclui campos no Rio Grande do Norte e no Ceará).

Como Secretário de Estado de Energia à época da fundação da RPCC em 2009, tive a felicidade de ser não apenas testemunha, como partícipe direto da ampla mobilização da sociedade civil organizada do RN, do Governo do Estado e de toda a bancada parlamentar federal e estadual em uníssono, com a Petrobras e o Governo Federal. A principal meta estabelecida foi a de conseguir processar todo o petróleo produzido no Estado – historicamente um dos mais importantes para a produção nacional e ainda o maior produtor nacional de petróleo terrestre, agora em vias de começar operações em águas profundas também com perspectivas de incrementar a produção local de cru.  Estamos quase lá.

Hoje, a nossa refinaria já é responsável por garantir a auto-suficiência do Estado em diesel, gás de cozinha, gasolina e querosene de aviação (QAV), e exporta estes produtos refinados para os estados vizinhos. Tudo isso com qualidade de alto padrão. A gasolina da RPCC, por exemplo, é hoje a melhor do Brasil; produzida acima das especificações exigidas pela ANP graças ao ‘blending’ apropriado entre a nafta craqueada advinda da BA e de SP combinada com a nafta de destilação direta daqui.

Vale lembrar também que a RPCC passou recentemente por uma ampliação que duplicou a sua capacidade de produção de QAV. Para isto, contou com a contribuição importante do Governo do Estado que lhe concedeu o diferimento fiscal para o combustível, e possibilitará ao Estado atrair novos empreendimentos conexos, incluindo mas não se limitando ao “hub” da TAM (centro de conexões de vôos a ser localizado no Aeroporto Internacional Aluisio Alves, em São Gonçalo do Amarante), que poderá resultar em investimentos da ordem de 4 a 6 bilhões de reais e na geração de cerca de 8 a 12 mil empregos diretos e indiretos para a região metropolitana de Natal.

Tudo isso, somado a um histórico de gestores e operadores técnicos competentes, faz com que  a RPCC seja uma unidade lucrativa apesar de seu porte médio.  Foi uma conquista histórica para o Estado, e um sinalizador de novos empreendimentos e investimentos no futuro, com área e pessoal para recebê-los de braços abertos.

Isso porque há nichos específicos nos quais a nossa RPCC deverá trabalhar, sem absolutamente ser sombreada ou entrar em competição direta com as suas vizinhas maiores localizadas em Pernambuco e na Bahia. Por exemplo, como a Refinaria Abreu e Lima (RNEST), de Pernambuco, produzirá apenas diesel e coque para siderúrgica, um das grandes expectativas que se pode nutrir quanto à RPCC é justamente que ela aproveite para se tornar o grande produtor e fornecedor de QAV para o Norte-Nordeste. Se hoje ela já abastece os aeroportos de Natal, João Pessoa, Campina Grande, Fortaleza e Teresina, com investimento relativamente baixo pode atender a todas as demais capitais do Norte-Nordeste uma vez que as suas unidades 260 e 270 se transformaram em ótimas fabricantes deste nobre combustível.

Quanto à sua produção de diesel, há um mercado novo que se descortina: é o diesel S-10 de teor de enxofre ultra-baixo, que hoje, mesmo apesar da produção da RNEST em Pernambuco, ainda é trazido das refinarias do Sudeste para atender as regiões Norte e Nordeste. O investimento em uma unidade de Hidrotratamento (HDT) poderia aprimorar a atual produção de diesel da RPCC, a exemplo do que está sendo feito na Refinaria de Cubatão (RBPC), justamente para atender a estes mercados, via cabotagem. Aqui estaríamos a um terço da distância.

Diante da recente suspensão das atividades de perfuração terrestre em todo o País e o fechamento da planta de biodiesel de Guamaré – que sequer rendeu muita reação entre os líderes políticos e empresariais do Estado, esta é uma boa notícia, que comprova o quão importante e acertada foi a decisão de incorporar a unidade à Área de Refino da companhia, o que permitiu que se dedicasse inteligência especializada para pensar e trabalhar especificamente na sua consolidação e expansão tanto industrial quanto comercial.

Estão de parabéns os gestores e técnicos da Refinaria Potiguar Clara Camarão, que souberam honrar os investimentos da Petrobras na sua expansão e alcançaram sucessivos recordes de processamento e aumentos de capacidade, com ótimos aprimoramentos técnicos e gestão técnica e comercial dedicada e especializada.

A Refinaria Potiguar Clara Camarão prova que tem seu lugar no Plano de Refino Nacional e, com mais esta conquista, demonstra ser a ‘caçula-prodígio’ do sistema Petrobras.

 

Natal sedia Fórum Nacional Eólico e Solarinvest em abril

Por Jean-Paul Prates | LinkedIn Pulse:

Que o ano de 2016 não será um ano normal, todos já reconhecem. Mas, apesar dos sobressaltos políticos e da desaceleração econômica, nem tudo está parado. O Brasil se tornou um dos 10 maiores mercados para energia eólica do mundo, e a tecnologia de geração solar também ganhou enorme espaço, principalmente na micro/mini geração.

Reconhecendo o especial das circunstâncias atuais e voltando a marcar o início do ano legislativo e da gestão setorial no País, o Fórum Nacional Eólico – Carta dos Ventos volta a ser realizado no começo de cada ano e na sua cidade de origem: Natal, Rio Grande do Norte.

Além disso, será co-sediado com o Solarinvest 2016, que desde 2010 reúne e debate os agentes e as questões críticas da geração solar no Brasil.

A data é 18 e 19 de abril de 2016. O local é o conjunto de auditórios da moderna Escola de Governo do Estado do Rio Grande do Norte.

A grade temática deste ano envolve: licenciamentos sócio-ambientais, fontes e formas de financiamento e capitalização, competitividade e atratividade regional, e, como sempre, os aspectos regulatórios e de política setorial a serem aprimorados.

A dinâmica do encontro subdivide-se em (i) reuniões fechadas pela manhã, sem imprensa e apenas com agentes diretamente envolvidos com as questões, e (ii) plenárias abertas à tarde, para divulgar as novidades e interagir com a opinião pública e os participantes do setor, direta ou indiretamente interessados no sucesso desta indústria.

Haverá também um workshop especialmente destinado aos jornalistas que cobrem estes setores, com instrutores cobrindo tudo o que sempre quiseram esclarecer e finalmente poderão perguntar. Também será realizada a 1a Rodada de Negócios SEBRAE/CERNE entre grandes marcas dos setores e o pequenos e médios empreendedores, com potencial de se tornarem seus fornecedores.

Seja qual for o seu papel – comercial, institucional ou financeiro – este é o momento e o local para encontrar as pessoas certas tratando dos assuntos de seu interesse.

Há várias modalidades de participação para que a sua empresa não deixe de participar do maior fórum político-regulatório do setor no Brasil.  Escolha uma, e planeje-se para vir a Natal, a capital nacional da energia renovável, e participar da 8a Edição do Fórum Nacional Eólico – Carta dos Ventos, e do Solarinvest 2016.

A geração de energia a partir de fontes eólica e solar não tem regredido e não terá retrocesso no Brasil, qualquer que seja o cenário político. Por isso, manter presença, discutir suas especificidades e conquistar espaços em meio às oportunidades que surgem em tempos bicudos é a melhor estratégia para emergir lá adiante, na frente dos outros.

Mais detalhes em www.cartadosventos.com

Link original do artigo: https://www.linkedin.com/pulse/f%C3%B3rum-nacional-e%C3%B3lico-e-solarinvest-2016-jean-paul-prates

 

IBGE: Comércio potiguar registra queda de 5,9% em 2015

O IBGE/RN fechou hoje (16) os números do comércio do Rio Grande do Norte em 2015. No terceiro trimestre do ano passado, a massa de rendimento do trabalho (diferença entre o rendimento médio e o desempenho) no Estado foi de R$ 1,9 bilhão de reais. Desse total, R$ 1,2 bilhão são oriundos da Região Metropolitana e R$ 0,8 bilhão de Natal.

Os dados divulgados pelo Chefe da Unidade Estadual do IBGE no RN, José Aldemir Freire, em seu Twitter, também mostram a situação do varejo potiguar. O comércio varejista ampliado (que inclui alimentos, combustíveis, veículos automotores e materiais de construção) teve uma queda de -5,9% no ano passado. Esse foi o primeiro saldo negativo do setor, depois de registrar 10 anos seguidos de crescimento.

Já o volume de vendas no varejo restrito do RN registrou uma queda foi de -3,8%. Foi a primeira baixa do percentual depois de 11 anos de crescimento.

Ambev inicia demissão de funcionários no RN

Foto: novojornal.jor.br

Foto: novojornal.jor.br

19/JAN/2016 – Fábrica demite 50 funcionários e fecha as portas no Estado

A Ambev confirmou nesta terça-feira (19), através de nota, o fechamento de sua fábrica no Rio Grande do Norte. Do total de funcionários que atuam em Natal, 50 foram demitidos, na última segunda-feira (18). A decisão já havia sido anunciada em novembro de 2015.

Do total de funcionários que atuam em Natal, 50 foram demitidos, na última segunda-feira. No total, 120 funcionários da Ambev devem ser demitidos, segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Bebidas no Rio Grande do Norte (Sintibern). A decisão deve impactar outros 15 mil empregos indiretos, segundo a entidade.

A Ambev, que era a segunda maior empregadora na indústria de bebidas no RN, informou que o último dia de atividades na fábrica foi sábado (16).  A maior empregadora continua sendo a Coca-Cola, com 622 empregos diretos, porém, o sindicato também confirma que a indústria de refrigerantes demitiu 40 funcionários este ano, alegando queda nas vendas e a necessidade de reduzir custos.

Em dezembro do ano passado, a Ambev confirmou que continuaria com as atividades no Rio Grande do Norte por meio de seu Centro de Distribuição Direta (CDD) de bebidas, mas não havia informado se iria manter, também, a fábrica em funcionamento no estado.

AMBEV NO RN
Números e outros dados

Chegada ao RN 1993

Recorde positivo
6 milhões de litros/mês.

Recorde negativo
1,2 milhão de litros/mês
Investimentos nos últimos 4,5 anos
R$ 31,4 milhões.

342
Empregados

Produção
Brahma e Skol litrão

NOV/2015 – Ambev anuncia fechamento de fábrica no RN

O anúncio do fechamento da fábrica Ambev movimentou a mídia Norte Rio Grandense na última semana. Após mais de 20 anos de atuação no estado, a decisão da empresa resultará na demissão de cerca de 300 funcionários diretos e terá impacto em 15 mil empregos gerados pela cadeia produtiva de cerveja no RN. A desativação da fábrica se dará de forma gradativa e deve ser totalmente finalizada até o final do ano.

Segundo publicado no blog do jornalista Carlos Barbosa, a cervejaria alegou a alta despesa com ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Em nota a fabrica afirma que “a decisão foi tomada após análise dos reflexos que o aumento do ICMS sobre bebidas frias trará para a empresa no estado”. E continua: “as novas alíquotas, de 29% para cerveja e 18% para refrigerantes, aliadas ao fim do incentivo fiscal anteriormente existente no RN, não justificam a manutenção da operação fabril da Ambev no Rio Grande do Norte”.

O Governo do RN se posicionou diante da situação e, em comunicado enviado a imprensa, disse que lamenta a decisão e que desde 2013 a Ambev vem anunciando sua intenção de encerrar suas atividades industriais no Rio Grande do Norte, que hoje se restringem à produção do litrão de cerveja com expediente de uma a duas vezes por semana.

A Tribuna do Norte publicou a notícia dizendo que o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Flávio Azevedo, ofereceu garantias para a permanência da empresa no estado, durante contato com os representantes da Ambev na última sexta-feira (6). Os benefícios tratam sobre isenções fiscais e também inclusão no Proadi 2.

Segundo também informou a notícia, a Prefeitura de Extremoz se dispôs a conceder incentivos para redução da alíquota do IPTU do empreendimento. Os percentuais, no entanto, não foram confirmados pelo secretário.

Uma nova reunião com representantes da Ambev com o Governo do Estado do Rio Grande do Norte foi agendada para hoje (9). A expectativa dos gestores estaduais é que a fábrica continue com a manutenção das atividades localmente.

Fórum Estadual de Energia discutirá futuro do setor no RN

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No próximo ​dia 14 de dezembro, Natal sedia a terceira edição do Fórum Estadual de Energia do Rio Grande do Norte (FEERN). O evento se consolida como um dos mais importantes do setor energético do estado e ​pretende reunir empresários, pesquisadores, profissionais técnicos e demais interessados para debater o panorama atual do mercado energético no RN. O fórum será realizado na Assembleia Legislativa do RN, em Cidade Alta.

O III FEERN também discutirá as atividades do setor que estão em curso, os desafios, investimentos e resultados obtidos em cada área, com o objetivo de apresentar ao público um balanço completo e exclusivo do mercado energético em 2015.

O público poderá conferir palestras ministradas por importantes autoridades e especialistas na área energética. Entre os temas abordados, destacam-se a revitalização do setor petrolífero, consolidação do RN como líder eólico, capacitação profissional, inovação em pesquisa e novas tecnologias, competitividade na área de energia solar e questões sobre geração distribuída.

O Fórum vai contar com a​s​ presença​s​ do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), Jorge Camargo, e da presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica, Élbia Gannoum. Também está prevista uma palestra especial sobre distribuição e consumo de energia elétrica no Rio Grande do Norte, ministrad​a pelo presidente da COSERN, Luiz Antonio Ciarlini.

O III Fórum Estadual de Energia do RN é uma realização do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) e Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do RN. O evento conta, entre outros, com o apoio do IBP, ABEEólica, SEBRAE-RN, Sindicato das Empresas do Setor Energético do RN (SEERN), CTGás-ER e Governo do Estado.

A programação completa com palestras, horários e outros detalhes estão disponíveis em www.feern.com.br.

Exportações no RN crescem 1,7% em novembro. Melão lidera ranking

Arquivo/Tribuna do Norte

Arquivo/Tribuna do Norte

O comércio internacional no Rio Grande do Norte vem registrando bons números em 2015. No mês de novembro, o crescimento das exportações no estado foi de 1,7% (US$ 30,08 milhões) em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior nesta terça-feira (1º).

O RN fechou o último mês com o acumulado – entre janeiro e novembro – de US$ 288,6 milhões, um aumento de 29,3% sobre mesmo período de 2014.

No ranking dos produtos mais exportados pelo estado em novembro, o melão lidera a lista com um crescimento de 37,97% (US$ 11.422.724). O sal marinho vem em segundo lugar com 15,21% (US$ 4.574.303), seguido das melancias frescas com o percentual de 6,66% (US$ 2.002.135).